sábado, 31 de julho de 2010

quinta-feira, 1 de julho de 2010

conceito "Think Blue"



Cascaes,


Veja que notícia interessante para encaminhar ao "FOMUS"

Quem sabe no futuro possamos conciliar o uso do automóvel com a bicicleta conforme a proposta ?

Abs

Antonio Borges dos Reis
Indústria Automobilística enfim entendeu o conceito de Mobilidade

Sustentável



A Volkswagen apresentou o seu primeiro veículo de duas rodas e o conceito "Think Blue" na Auto China 2010. Por incrível que possa parecer, a bicicleta da Volkswagen chamou mais atenção das pessoas do que os seus próprios carros, além disso gerou no mundo inteiro curiosidade para ver no You tube como ela funciona
(http://www.youtube.com/watch?v=sXhhWXw9V7A  http://www.youtube.com/watch?v=sXhhWXw9V7A&feature=related&feature=related  ).

A empresa tem se referido a ela como a obra de arte da mobilidade. A VW Bik.e não tem pedais, é dobrável, freio a disco nas duas rodas e funciona a bateria que pode ser recarregada no próprio carro, em corrente contínua ou numa tomada AC Comum.
Foi concebida para se encaixar perfeitamente no compartimento do pneu estepe da carro. O Conceito de mobilidade deste equipamento é para que a bicicleta seja um complemento do carro. Assim, o motorista poderia deixar o carro num estacionamento fora dos grandes centros congestionados e trafegar em zonas com tráfego elevado com sua bicicleta elétrica.

Leia mais em: http://mobilidadesustentavel.blog.uol.com.br/

segunda-feira, 31 de maio de 2010

PROBICI

Salve Cascaes...




Só mesmo para saber se chegou...enviei ontem a vc ao André, ao Belotto e ao Miranda, nos e-mails de cada um pois o FoMUs nao aceita mais de 4MB e como ninguém me comentou haver recebido essa guia muito bem elaborada pelo TRANSyT coordenada pelo Andrés Monzon e pelo Gianni Rondinella, que pode ser útil nas pautas de negociaçao entre a Bicicletada e a PMC.
Assim se o amigo recebeu, com certeza os de mais também receberam...só mesmo resta fazer chegar à todos do FoMUS...


Se puder confirmar-me, ficarei grato.

abarzos,
rg

Subject: Guía de la Movilidad Ciclista PROBICI

Date: Sat, 29 May 2010 10:33:07 +0000








terça-feira, 25 de maio de 2010

Curitiba retomando ciclovias

Um acordo firmado entre o Banco Mundial e a Associação Nacional de Transportes Urbanos (ANTP) vai permitir um investimento de US$ 8,5 milhões em projetos de transporte sustentável em São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba. O objetivo é tentar reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1006693



O efeito estufa e Curitiba




Devemos estar produzindo muitos gases, tanto que teremos dinheiro, trocando serviços, para reduzi-los.

A reportagem da Gazeta do Povo (jornalista Themys Cabral, em 25/05/2010) diz:

“O Banco Mundial repassa o recurso para nós em forma de doação e nós passamos para os municípios em forma de produtos e serviços”, explica. As cidades beneficiárias do programa foram escolhidas pelo próprio Banco Mundial.

A tese é a de que ciclovias bem feitas poderão diminuir a utilização de automóveis (e gases) sem criar engarrafamentos, caso contrário o objetivo do Banco Mundial não será atingido. Aí a emenda sairia pior do que o soneto.

Ótimo! Vamos ganhar mais caminhos para ciclistas e talvez corrigir e recuperar antigos circuitos que chamam de ciclovias, merecendo atenção de nossas autoridades.
Felizmente podemos ainda fazer muito pela qualidade de nossas cidades, em destaque Curitiba. O que se fez no passado, a criação das canaletas e o aproveitamento de espaços para parques lineares e convencionais criou áreas sobre e sob as quais a cidade tem poder de atuar sem grandes indenizações.
Temos, por exemplo, ruas paralelas (trânsito lento) às canaletas, que talvez, diante da ineficácia delas para os automóveis, possam ser definitivamente transformadas em passeios para pedestres e ciclistas. Sob estas avenidas valeria a pena construir estacionamentos e se refazer galerias pluviais, enterrar redes de distribuição de energia e telecomunicações, instalar piscinões e áreas com outras finalidades, ao gosto e criatividade dos planejadores.

Existe para isso a possibilidade de (aí sim) concessões onerosas para entrega à iniciativa privada mediante compensações e a necessidade de aprimoramento dos serviços das concessionárias nesse espaço, que tende a ser supervalorizado. As concessionárias de serviços públicos, por sua vez, associando-se, reduziriam custos no aprimoramento de suas redes, dinheiro que recuperariam na forma de tarifas e utilização de financiamentos especiais, sempre disponíveis no plano federal e internacional, agora também com a preocupação escatológica dos banqueiros em torno do CO2, metano etc..

Para tudo isso precisamos de dinheiro, que tem diversas origens possíveis e muitos gargalos. Depende - se da boa vontade estadual ou federal, negociações políticas e aceitação das regras superiores. Paciência, a vida é uma eterna negociação, um jogo de conveniências e sacrifícios.

O aspecto positivo é o destaque criado pelo Banco Mundial[i] e a ANTP[ii], parceiros nessa empreitada. Enxergam as ciclovias como algo positivo.

O ideal seria que isso viesse acompanhado de uma nova legislação federal e inovadora sobre as calçadas, viabilizando-se recursos a favor dos pedestres, sempre deixados a critério de administrações municipais, nem sempre atentas à importância do ato de caminhar, andar, deixar o carro em casa e sair para viver na cidade e não dentro de shoppings e parques protegidos.

Cascaes
25.5.2010

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[i] http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:_dIBN8zjz3QJ:www.worldbank.org/+banco+mundial&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

[ii] http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:2JiYzTvrGiwJ:hist.antp.org.br/telas/interno_antp.htm+antp&cd=3&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

terça-feira, 27 de abril de 2010

Ciclovia vai atravessar 20 países ao longo da Cortina de Ferro

 26/04/2010 - 16h46
> Ciclovia vai atravessar 20 países ao longo da Cortina de Ferro
>
> da *Deutsche Welle*, na Alemanha
>
> Regiões da Macedônia e Bulgária se unem para a construção de uma ciclovia turística ao longo da Cortina de Ferro. O percurso de bicicleta terá mais de 7 mil quilômetros.
>
> Representantes de quatro regiões da Macedônia e Bulgária países adjacentes à chamada Cortina de Ferro aprovaram o projeto de uma ciclovia turística e histórica. O percurso de 7 mil quilômetros vai cruzar 20 países que, há pouco mais de 20 anos, tinham como fronteira o símbolo da Guerra Fria.
>
> O objetivo do projeto, que recebe o apoio da União Europeia, é criar a rota EuroVelo 13, em que o ciclista poderá percorrer 40 anos de história europeia.

POR QUÊ NÃO FAZERMOS CIRCUITOS SEMELHANTES NO PARANÁ, RMC ETC?
>

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Osvaldo Buskei

sábado, 3 de abril de 2010

Programa CICLOVIDA e o Atlético Paranaense

Gostaria de anunciar a parceria entre o Programa CICLOVIDA e
o Atlético Paranaense
para o estimulo aos torcedores irem de bike para os jogos. O clube disponibilizou 40 vagas de paraciclo no estacionamento do
estádio, o ciclista estaciona com segurança e de forma gratuíta, e assumiu
o compromisso, que assim que estas vagas forem sendo ocupadas a cada jogo,
fará a instalação de mais paraciclos.
Espero que em breve os demais clubes também apoiem esta idéia.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Mobilidade democratizada


Sempre bom rever fotos de cidades onde o caminhar a pé e em bicicleta é democratizado em todas as idades. Nesta, em Ferrara, na Emília-Romagna - Itália, proximo ao mercado del D'uomo, vemos uma senhora de já bem uns 70 anos, que acaba de parar sua bike...

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Ciclofaixa em Blumenau

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

domingo, 10 de janeiro de 2010

Pedestre e Ciclista sofrem